quinta-feira, 30 de julho de 2015

HÁ TRÊS ANOS!



Bom dia caros leitores! É com imensa alegria e satisfação que, compartilho minha felicidade com vocês. Pois há três anos, fui contemplado com minha primeira oportunidade de entrar em seus lares e, ficar cara a cara com vocês, através de histórias contadas semanalmente. Passamos por grandes momentos, nesses três primeiros anos de vida de nossa coluna, logo, dividimos gargalhadas e tristezas. Aqui nasceram alguns personagens um tanto quanto excêntricos. Sem contar a alegria de ver uma de nossas crônicas figurar entre as quatro melhores em um concurso internacional de contos, poesias e crônicas. Onde participei enviando um de nossos textos semanais.
Prontamente, gostaria de agradecer a todos os nossos leitores afirmando, esta data é uma conquista tão minha quanto sua!
Sem mais delongas, é com satisfação, que relembro junto a vocês a primeira crônica escrita em minha vida!
Muito obrigado por esses três, maravilhosos, anos juntos e boa leitura!

FILÓSOFO COLETIVO

Outro dia, entrei num boteco para tomar refrigerante e conheci um filósofo. Cara bacana, que em certo momento pensei que era dançarino, pois ficava balançando o corpo para os lados como se fosse cair, abrindo e fechando os olhos enquanto equilibrava um copo de cerveja em sua mão.
Então sentei para tomar meu refrigerante enquanto escutava aquele homem falar sobre transporte coletivo e seus problemas, que não existem, é claro. Sim, a empresa local renovou toda a frota de ônibus, recentemente, há pouco mais de trinta anos. Só havia um ano que tinham sido trocados os pneus velhos por recapados e consertados os freios desses ônibus novinhos em folha.
 Problemas com horários das linhas também não existem, nós passageiros nunca ficamos mais de uma hora e cinqüenta minutos em uma parada esperando nosso ônibus, ele nem lota tanto e nunca embarca mais de sessenta passageiros por viagem. As pessoas reclamam de boca cheia. Pagamos apenas três reais e oitenta centavos para andar dez quilômetros escutando som ambiente. Depois de um dia feliz de trabalho, nada melhor pra relaxar do que aquele fancão gostoso (CHÃO, CHÃO, CHÃO...).
É, meus amigos, escutar esse sábio filósofo me levou à conclusão: “Se as coisas estão do jeito que estão, filosofar é a solução”. 
                                                                           
Ricardo  Torquato                                                                                              
   

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