Outro dia resolvi encontrar meu amigo
Filósofo Coletivo, tomar um refrigerante, ter uma conversa informal, pois nada
melhor do que ter um sábio amigo pronto para estar ao seu lado em momentos
difíceis. E, justamente, naquela ocasião perguntei ao Filósofo, sobre: as
relações familiares, e como, ele interpreta a ideia de família unida?
Segundo ele, para muitos viventes, o
conceito de família é: amor, união, cumplicidade, lealdade, lar e o mais
importante, a base de uma boa educação. Ou, se preferirmos, podemos
simplesmente abrir um dicionário e realizar uma pesquisa mais técnica sobre
essa palavra, considerada por pessoas mais conservadoras, um tanto quanto
sagrada.
Porém, ao abrirmos um dicionário, para descobrir o
significado dessa palavra tão magnifica, encontraremos inúmeros termos, cito
aqui alguns deles: “Núcleo parental formado por pai, mãe e filhos. Pessoa do
mesmo sangue; parentela. Conjunto de pessoas que vivem na mesma casa. Conjunto
de vocábulos que têm a mesma raiz ou o mesmo radical. Grupo de elementos
químicos com propriedades semelhantes.” E, por ai segue!
No entanto, assistimos, dia-pós-dia,
famílias andando na contramão de uma autoestrada, como carros desgovernados,
prestes a colidirem em seu próprio egoísmo. As mesmas desatam seus laços em
disputas desnecessárias pelo maior pedaço de corda, muitas vezes, desmembrando todo
legado de união, honra e lealdade deixadas por seus ancestrais.
Será esse o novo conceito de família? Como
diria nosso amigo, Filósofo Coletivo: - A resposta encontra-se, apenas, dentro
dos nossos corações!
Até a próxima!
RICARDO
TORQUATO

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