Depois de tanto tempo sem ter algum tipo
de conversa com nosso amigo, Filósofo Coletivo. Por mera coincidência, tive a
sorte de encontrá-lo no ponto de ônibus, então aproveitei aquela oportunidade,
para esclarecer aquelas dúvidas constantes e pertinentes, que assolam como
vespas, nossas cacholas.
Em nosso primeiro contato, após um longo
período longe desse mestre das consultorias coletivas, curiosamente, o assunto
que nos atentou para o rumo desta prosa, foi o quanto este país está cada vez
mais cego, surdo e enrolado.
Crimes de colarinho branco estão cada
vez mais comuns. Nossos governantes brincam com o povo, como se fossemos um
bando de bobos da corte. Escutamos discursos de políticos idôneos, que roubam
bilhões de uma nação, e são condenados à prisão domiciliar. E alguns “Genoinos”
recebem o beneficio do induto de natal, por bom comportamento, e cumprem apenas
um quarto de sua pena. Podendo voltar a concorrer a cargos eletivos em oito
anos. Será que estão brincando conosco? Ou realmente acreditam em nossa
cegueira, surdez e querem continuar nos enrolando?
Conforme um certo vivente, que domina de
forma magnifica e encantadora a arte de ensinar a língua portuguesa, cita: “Esse
é o governo mais corrupto desde, Dom João VI!” Contudo, ainda, não farei tal
afirmação. Mas pelo visto essa lava jato, não tem funcionado, bem como esperamos
nos episódios lamentáveis contra a Petrobras. Logo, pensar em Impeachment, está
fora de questão.
Entretanto, ouvir que o Brasil passa por
um momento diferente do que vivemos nos últimos anos. E nem de longe vive uma
crise nas dimensões relatadas por alguns. Como diria nosso amigo, Filósofo
Coletivo, essa foi de lascar o joelho!
Isso já está ficando um tanto quanto
corriqueiro por aqui. O que acham viventes, estamos ficando cegos, surdos ou
enrolados?
É gente boa, chegou a hora do meu
embarque! Tomara que a passagem não tenha subido novamente!
Até a próxima!
Ricardo
Torquato

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