terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

O CARNAVAL E A SAÚDE NO BRASIL



O Carnaval é considerado uma das festas populares mais animadas e representativas do mundo. Tem sua origem no entrudo (Carnaval) português, onde, no passado, as pessoas jogavam uma nas outras, água, ovos e farinha. O entrudo (Carnaval) acontecia num período anterior à quaresma e, portanto, tinha um significado ligado à liberdade. Este sentido permanece até os dias de hoje no Carnaval. Esse que chegou ao Brasil, por volta do século XVII e foi influenciado pelas festas carnavalescas que aconteciam na Europa, em países como Itália e França.
Nosso Carnaval contagia o mundo inteiro, são quatro dias de pura festa, muito empurra-empurra, gente pulando e gritando feito doido. Logo, os problemas sociais, como: saúde, educação, segurança e transporte, desaparecem num piscar de olhos. Provavelmente eles pegam carona em algum trio elétrico ou micaretas espalhadas por esse Brasil, afora. Sim, quem vai lembrar-se deles, já que esperamos ansiosamente pelo resultado das escolas campeãs do Carnaval do Rio de Janeiro.
Além do mais, aqui ninguém se explode, tal qual no Iraque ou Irã, aqui se faz festa, muita festa, gastamos o que temos e o que não temos. Pois somos brasileiros, um povo com memória curta e adoramos uma boa diversão.
E, por falar em diversão! Outro dia, estava indo à festa de carnaval da minha cidade e entrei na rua errada. Quando percebi estava entrando no hospital municipal. Logo que cheguei, pensei que era a festa de carnaval que eu procurava. Pois tinha tanta gente, que fiquei rouco de tanto pedir licença às pessoas, até chegar ao guichê de informações.
Então descobri o paraíso, era o SUS. Por isso parecia uma festa. Gente pra todo lado, pessoas felizes e bem atendidas. Na verdade, só tinha tanta gente no hospital, por que estavam perdidos, assim como, os médicos, os enfermeiros e os atendentes. Mas isso é só no carnaval. Em dias normais, a saúde pública é uma maravilha, os profissionais são qualificados e os pacientes são tratados com dignidade e respeito.
O problema é saber que o carnaval dura o ano inteiro na saúde pública no Brasil.

   RICARDO TORQUATO

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

DESTINO (um ano de felicidade)



Destino, quem consegue entende-lo? Muitas vezes ele nos prega algumas peças bem difíceis de entender. Seria muito bom se tivéssemos o dom de prevê-lo, mas pelo jeito, ninguém tem esse poder e muito menos uma fórmula certa de conduzir a vida, controlando então o tal destino, já que na maioria das vezes não temos a menor noção do que nos espera, logo à frente.
Para muitos viver é sofrer, para outros é ser muito feliz, porém como saber quando ou onde encontraremos nossa felicidade? Pois essa pode nos surpreender a qualquer momento: em um ponto de ônibus, dentro de um restaurante, no mercado ou até mesmo durante a realização de uma aula de capoeira, na universidade que seu professor leciona.
Mas a vida é assim mesmo, uma caixa de surpresas, quando acreditamos que nossas emoções estão desgastadas, conhecemos alguém com o poder de renovar nossos mais belos sentimentos. Bem como, zelar por essa pessoa e contemplar: seu sono, seu sorriso, seu olhar carinhoso, seu beijo e seu abraço, com o poder de apoiá-lo nos piores momentos de sua vida. Deste modo, conseguindo amar e ser amado, mesmo sem entender como e porque certas pessoas entram em nossas histórias.
A vida me pregou essa peça, e, hoje vivo um sonho chamado amor! Assim é o destino, todos têm um a seguir!

                                      Ricardo Torquato                                                                                                

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

O HOMEM DO CREF


Certa vez, prometi a um amigo escrever algo para homenageá-lo, e como toda promessa deve ser cumprida. Comecei procurando por palavras corretas e dignas desse velho lobo do mar, o famoso homem do CREF, a lenda viva. O homem que faz parte da história da Educação Física. E, logo, me veio à cabeça um turbilhão de ideias. Então pensei em algo do gênero: se eu fosse o Álvaro! Talvez um tanto quanto clichê, essa fala. Já que, tive a honra de homenagear outro amigo, usando essas mesmas palavras.
Contudo, se eu fosse o Álvaro, não precisaria de microfone algum para palestrar em um auditório lotado e por ai vai. Porém, prefiro relembrar de suas inúmeras histórias, sobre como ele tornou-se uma lenda da Educação Física e seus carros antigos que choviam dentro, como se estivesse chovendo na rua. Mas sei que não sou o Álvaro, pois se eu fosse, seria eleito o melhor profissional de educação física por meio de votação popular. Certamente, se eu fosse o professor Álvaro, além de garantir o aprendizado da natação para mais de 300 crianças dos municípios de Gravataí, Cachoeirinha e Viamão, através do Projeto Bandeira Verde ‘Salvando Vidas’.
Entretanto, como deixar de citar algumas das proezas dessa ilustre personalidade chamada, Álvaro Laitano. Lembro-me como se fosse hoje de suas palavras: - Velho, não posso me estender, vou tomar algumas cuias de chimarrão contigo e, logo, retornar para casa! Vim apenas te presentear com esta mochila do CREF, e desejar boa sorte em sua apresentação de estágio, pois meus filhos não querem que eu ande de moto, por um longo tempo! Logo após, veio o elogio sobre o mate que preparei para saborearmos juntos. Bem como, fazem os grandes amigos! Realmente é impossível esquecer o jeito paizão desse velho lobo do mar.
Certamente, poderia continuar exaltando inúmeras qualidades e histórias fantásticas, tal qual seu número de registro no conselho e sua paixão por Garopaba. Entretanto, fui pego pelo sono, e além do mais faltariam páginas para prosseguir narrando suas extraordinárias façanhas.
Quem sabe em outra oportunidade, falaremos mais sobre a incrível trajetória do homem do CREF. Histórias não faltariam para uma boa e longa biografia, dessa verdadeira lenda da Educação Física!
Por hora, contento-me em ver essa singela homenagem, ganhar uma linda moldura. Digna desse velho lobo do mar, chamado: Álvaro Laitano, o homem do CREF.
Ricardo Torquato