quarta-feira, 4 de maio de 2016

QUEM TEM TEMPO?






Oi! Eu sou o tempo! É com você mesmo que estou falando! Não está me vendo? Pois estou onde sempre estive... Bem ao seu lado! Todos falam que não me têm, por causa da correria do dia a dia. Mas com uma coisa aqui, outra ali, pois é, são tantas coisas, tantos afazeres e compromissos, inúmeros acontecimentos, logo, o tempo voa!
Talvez a culpa seja do trabalho? Ou a falta dele? Ou os dois. Já que, a desculpa é a mesma. – Me desculpe! Não tenho tempo, estou trabalhando muito. – Me desculpe! Não tenho tempo, estou procurando trabalho. Você viu como a explicação é a mesma para ambos os casos! Na verdade tudo isso é minha culpa. Pois sou o tempo, e estou em falta!
Meu Deus! Quanta loucura, estar aqui tentando quebrar à quarta parede, na tentativa de encontrar uma maneira, mesmo que pareça ruim ou um tanto quanto insano, de pedir para darmos um tempo ao tempo! E aí, o que você me diz? Vamos relaxar ou não? Sei que o mundo está uma loucura, e, chega dar medo. Afinal, quem pode com tanto escândalo, corrupção e desemprego. Porém, tente organizar melhor seu tempo para passar um tempo com seus entes queridos, sejam eles, filhos, pais, cônjuges, irmãos, familiares e amigos. Pois cedo ou tarde, chegará o dia que esse tempo não virá!
Por fim, meus amigos! Desejo a todos, apesar de toda a redundância desse texto, todo o tempo de felicidade do mundo ao lado daqueles que amamos! Seu tempo agradece!

Ricardo Torquato


quinta-feira, 14 de abril de 2016

TEMPOS DIFÍCEIS





Força, foco e fé! É o que muitos dizem, em tempos difíceis. No entanto, essas três palavras de esperança, parecem um tanto quanto clichês, quando enfrentamos tantas e tantas barbáries.
Muitas vezes tenho a sensação de estar vivendo em um mundo totalmente ao contrário daquele sonhado pela criança que já fui um dia. Pois é inconcebível, cogitar a possibilidade de alguém ter sonhado criar corrupção, guerras e mentiras do pior escalão.
Talvez se conseguíssemos desdobrar o tempo e voltar ao passado, e, resgatarmos as crianças que já fomos um dia, provavelmente não estaríamos vivendo tempos tão difíceis. Já que, certamente não sonhávamos em virar o mundo de cabeça para baixo.
Mas como deixamos as coisas chegarem a esse ponto? Onde está o ponto de ignição desse paradoxo perdido que estamos vivendo? O pior de tudo é não ter ideia de como tudo isso aconteceu, e quais são as respostas corretas para nossas dúvidas.
Contudo, resgatar o melhor dentro de nós mesmos seria, no momento, a melhor alternativa. Pois só assim poderíamos salvar o coração daquele bombeiro, professor, astronauta ou super-herói, que sonhávamos ser quando crescer. Porém, em algum lugar nesse processo de salvar o mundo e crescer, acabamos esquecendo quem realmente somos ou queríamos ser.
Por fim, meus amigos, sem querer me estender. Deixo aqui meu recado: - Tenham fé, foco e muita força para enfrentar esta era de tempos difíceis!

   RICARDO TORQUATO



quinta-feira, 31 de março de 2016

QUEM EDUCA?



Certo dia encontrei um antigo professor, e acabamos parando para tomar um café e relembrar os velhos tempos do ensino médio e, claro, dar umas boas gargalhadas. Pois recordar é viver. Nossa, quanta saudade!
E, nesta prosa, pra lá de interessante e alegre, entre mestre e aprendiz, invariavelmente falamos sobre o processo de ensino e aprendizagem e, como o mesmo vem sofrendo tantas e tantas mudanças ao longo do desses anos. Mudanças essas que acabaram perdendo seus objetivos com o passar do tempo. Já que, não sabemos mais quem educa ou quem ensina!
Então vamos aos papéis/funções. Logo, o papel/função de educar deveria ser único e exclusivo dos pais, e o papel/função seria dos professores. No entanto, seria realmente esse o conceito correto no processo de ensino e aprendizagem? Qual seria o verdadeiro papel da educação?
É sabido afirmar que, muitos valores se perderam desse longo caminho percorrido pela evolução da educação, e já não sabemos mais quem educa. Mas como não aceitar que, também aprendemos com nossos alunos, pois essas trocas de aprendizagens, conhecimentos e histórias de vida, enriquecem nosso conhecimento.
“A mente que se abre para uma nova ideia jamais retornará ao tamanho original.” Albert Einstein (uma das mentes mais brilhantes da humanidade).
Então meus amigos, aceitamos algumas evoluções, para que possamos neste processo de ensino e aprendizagem nos educar e reeducar juntamente com as mudanças de nossos alunos.
E, quem sabe um dia descobrir, quem educa?

RICARDO TORQUATO

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

OS TRANSTORNOS INVASIVOS DO DESENVOLVIMENTO



PARTE 5 – TRANSTORNO INVASIVO DO DESENVOLVIMENTO SEM OUTRA ESPECIFICAÇÃO (TID-SOE)
 



De acordo com o DSM-IV-TR (2003, p.111), o diagnóstico de transtorno invasivo do desenvolvimento sem outra especificação (TID-SDE) deve ser utilizado.
(...) quando existe um comprometimento grave e global do desenvolvimento da interação social recíproca ou de habilidades de comunicação verbal e não verbal, na presença de estereotipias de comportamentos,  interesses e atividades, sem que sejam satisfeitos os critérios para o Transtorno Global do Desenvolvimento específico, Esquizofrenia, Transtorno de Personalidade Esquizotípica ou Transtorno de Personalidade Esquiva.
A formulação diagnóstica só é dada em situações quando há suspeita sobre um possível TID, porém os critérios para confirmá-la não são satisfeitos. Uma pessoa, por exemplo, pode ter alguns comportamentos típicos do transtorno autista, entretanto o conjunto dos sintomas não é suficiente para fechar o diagnóstico. Por outro lado, ela pode ter também alguns sintomas de Rett ou de Asperger, mas eles somente não permitem concluir pela definição desses transtornos. É aí então que o diagnóstico de TID-SOE é formulado, no qual existe a presença de autismo atípico, quando os sintomas manifestam-se tardiamente.  


REFERÊNCIAS
FACION, José Raimundo. Transtornos do Desenvolvimento e do Comportamento/José Raimundo Faciona. – Curitiba: Intersaberes, 2013. (Série Inclusão Escolar). p. 71-72.

RICARDO TORQUATO